Na Rua 5 de Outubro, em Moura, neste candeeiro é a segunda ninhada de pombos. Será de bom tom a EDP proceder à manutenção da iluminação pública.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
O que estão à espera para cortar a relva?
Alguém no PSD e no governo ainda não percebeu que Miguel Relvas está sobre fogo permanente. Claro que serve para desviar a atenção da questão principal que é o Passos Coelho ou o Vítor Gaspar estarem a preparar o anúncio de mais medidas de austeridade. Aposto nisso, porque estas questões devem ser para entreter o pagode.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Notícias desportivas
1. A liga decidiu que não pode haver empréstimos de jogadores entre clubes no mesmo escalão. É uma directa acusação de falta de profissionalismo aos jogadores (onde anda o sindicato dos ditos) e o reconhecimento quee nos campeonatos anteriores houve combinações;
2. O árbitro auxiliar do Pedro Proença não falhou um fora de jogo no Euro 2012 todos em jogadas corridas, porque será que não viu o do Benfica-Porto numa marcação de livre, com o jogo parado?
3. As mulheres é que nos representam bem enquanto nação, porque foram as únicas atletas que trouxeram medalhas dos campeonatos da europa de atletismo.
domingo, 1 de julho de 2012
Ponto final no Euro
A Espanha foi superior à Itália, ganhou muito bem. Ficou claro que é a melhor equipa europeia e, eventualmente, mundial. Tem um conjunto de recursos incomparavelmente superior a todas as outras selecções. Importa reconhecê-lo.
Ainda o núcleo de armaria
Já aqui falei do núcleo de armaria instalado na torre de menagem do castelo em Moura. Não abordo as peças musealizadas uma a uma por falta de conhecimentos mas também porque entendo ser relevante mais o conjunto, incluindo naturalmente todo o espaço recuperado. Contudo, a peça determinante e mais bela é a vitrine central, desenhada há mais de 20 anos, um design que resistiu à passagem do tempo.
O silêncio que enche as ruas
As localidades do Sul, falando de Portugal e do Alentejo, quando as temperaturas mais sobem, e já tivemos alguns dias desses, as pessoas saem à rua pelo fim de tarde, prolongando até ao limite a hora de deitar. Era assim, porque nos dias que correm verifica-se um pesado silêncio que enche as ruas. As dificuldades das famílias a isso levará em conjunto com a profunda tristeza de ver um futuro ameaçado pelas decisões de alguns e crimes de outros que todos nós temos de pagar. O sonho é algo que não foge aos impostos e à crise.
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