O Ministério dos Negócios Estrangeiros foi uma boa prenda que os negociadores da coligação PSD/CDS deram a Paulo Portas. Dos dias que leva de governo tem passado a maioria fora do país em viagens e contactos (era interessante apurar quantas fez e dias ocupados) cuja utilidade estará para apurar e para demonstrar em termos do «interesse nacional». Assim, também Passos se livra de intrigas internas e sempre pode ir aos bolsos dos reformados (a grande anterior causa de Portas quando estava na oposição) sem levantar quaisquer problemas com o seu parceiro de coligação.
domingo, 30 de outubro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Jesus precisa de ser humilde
Como benfiquista e falando pelas primeiras páginas, parece-me que o melhor é Jesus ser mais humilde nas suas respostas, particularmente depois do paupérrimo jogo da semana passada.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Alguém tem dúvidas?
Miguel Relvas foi claro em relação às intenções do actual governo quanto à manutenção dos dois subsídios que agora pretendem cortar.
Porreiro, pá
Recordamos, com algum amargo do boca, da satisfação de Sócrates e Barroso quando foi finalizado o chamado tratado de Lisboa, cozinhado e definido entre a França e a Alemanha e do qual resultou a União Europeia que temos hoje, em profunda crise. Não deixo de ficar com a mesma sensação quando se anuncia com satisfação o acordo alcançado hoje de madrugada. É mais uma desgraça que nos vai cair em cima para que o sistema financeiro continua a funcionar, nada mais. Para os bancos tudo, parece ser a máxima. Vejam quanto vamos pagar só de comissões por aquilo que eles chamam de ajuda.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
A estratégia de Passos ...
... significa dar passos atrás, um enorme retrocesso no conjunto de condições que conseguimos nos últimos anos. Estas afirmações comparadas com o disse na campanha são mera coincidência e o engano que originou seria razão suficiente para ter, pelo menos, vergonha na cara. Passos andou a mentir aos portugueses para conseguir ganhar as eleições. E o embuste que diz que não tem condições para ceder aos trabalhadores, paulatinamente vai fazendo as sucessivas vontades ao patronato.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Erros meus pecados dos outros
Para o 31 da Armada os erros dos actuais governantes são justificados pelos cometidos por outros no passado. Já ouvi esta ladaínha em muitos lados para justificar atitudes e decisões políticas.
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