sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Trump, Israel e a ONU
Só haverá paz no Médio oriente quando e se os Estados Unidos da América o quiserem. Mais uma vez fica demonstrado que a ONU tem cada vez menos utilidade. Já agora porque razão a União Europeia continua a financiar fortemente Israel?
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Os assessores de comunicação
É cansativo e algo vai mal quando os assessores de comunicação são os principais protagonistas, todos os dias, dos clubes de futebol.
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
domingo, 29 de outubro de 2017
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
terça-feira, 24 de outubro de 2017
Acerca dos incêndios
Muito tem sido dito e as questões aqui tecnicamente apontadas poderão ser outro problema. A floresta, prefiro utilizar o termo mata, não se recupera e reordena de um dia para o outro, especialmente se estivermos a falar de espécies de crecimento lento, como a mioria das autoctones. Tal como o povoamento do interior e o regresso a atividades rurais pelas novas gerações não se faz no imediato. Apesar disso, julgo que medidas como o encerramento de serviços públicos, postos de saúde, correios, juntas de freguesia, destacamentos de GNR (qualquer aldeia tinha um número minimo de guardas que viviam nas localidades, conheciam os seu pares e fiscalizavam) criam condições para o abandono do espaço rural. E houve governos que o decidiram.
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Operação Marquês
Quantos acusados da operação marquês não foram condecorados por Cavaco Silva, ptresidente da república?

quinta-feira, 28 de setembro de 2017
domingo, 24 de setembro de 2017
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Passos da campanha
Há tanto tempo que não te via, disse ela.
Continuas nova.
Nem sabes as dores que tenho nas costas.
Também eu.
Sabes, queria pedir desculpa porque só depois do teu pai ter morrido é que soube que ele tinha morrido.
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Acompanhem ...
... a Maria do Rosário Pedreira no Horas Extraordinárias que vale a pena para ficarem informados. Já lá fui buscar muitas leituras.
Ganhem no relvado
O Benfica e o Porto deviam era estar preocupados em ganhar dentro das quatro linhas.
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Os enfermeiros em greve
Porque será que não se diz que o único sindicato que não aderiu à greve e disse que o espaço para negociar não estava fechado é o que pertence à perigosa central dominada pelo PCP?
domingo, 10 de setembro de 2017
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Verdades verdadeiras
Qualquer coisa que é semi-novo também é semi velho. Certo? Então porque se aplica, particularmente adaptado à venda de automóveis?
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Congressos e viagens
«O congresso dos nossos dias assemelha-se à peregrinação da cristandade medieval, pois permite que os seus participantes se entreguem a todos os prazeres e divertimentos da viagem enquanto, aparentemente, se mostram embrenhados numa austera forma de autovalorização. Para que não restem dúvidas, existem alguns exercícios de penitência que deverão ser realizados - a ocasional apresentação de uma palestra e, certamente, assistir às palestras de outros participantes -, mas, com este pretexto, viaja-se por locais novos e interessantes, conhecem-se pessoas novas e interessantes, e estabelecem-se com elas novas e interessantes relações; trocam-se mexericos e confidências (visto que as nossas já velhas histórias são novas para elas e vice-versa); come-se, bebe-se e passam-se agradáveis serões na companhia delas e, no entanto quando tudo termina, regressa-se a casa com uma exaltada reputação de seriedade intelectual. Os congressistas dos nossos dias têm uma outra vantagem em relação aos peregrinos da Antiguidade, uma vez que as despesas são normalmente pagas, ou pelo menos subsidiadas, pela instituição e que pertencem, seja ela um organismo do Estado, uma firma comercial ou, talvez o mais habitual, uma universidade», David Lodge, in O Mundo é pequeno.
terça-feira, 29 de agosto de 2017
quarta-feira, 23 de agosto de 2017
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Lei da rolha
E da Liga dos Bombeiros fala mais alguém? A questão principal é quem fala ou a forma como se combate os incêndios. Marta Soares não deixa de ser do PSD.
Paterson
Paterson é nome de filme que recomendo e através dele conheci o porta William Carlos Willianms.
O CARRINHO DE MÃO VERMELHO
tanta coisa depende
de um
carrinho de mão
vermelho
esmaltado de água de
chuva
ao lado das galinhas
brancas.
domingo, 11 de junho de 2017
terça-feira, 30 de maio de 2017
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Trump e as alterações climáticas
Rajendra Pachauri, Prémio Nobel da Paz diz que é chocante a atitude do Presidente dos Estados Unidos. Eu concordo mas acrescento que a posição de Trump é de corresponder ao interesse das grandes industrias norte americanas.
domingo, 14 de maio de 2017
terça-feira, 2 de maio de 2017
segunda-feira, 1 de maio de 2017
quinta-feira, 27 de abril de 2017
quarta-feira, 26 de abril de 2017
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Estado de alma
«A paisagem que os nossos olhos contemplam reflecte o estado da nossa alma. E a minha anda revoltada.», Miguel Real em Nova Teoria do Mal
sexta-feira, 10 de março de 2017
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Ary dos Santos: 33 anos
Estrela da Tarde
Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca tardando-lhe o beijo morria.
Quando à boca da noite surgiste na tarde qual rosa tardia
Quando nós nos olhámos, tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos, unidos, ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia.
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça
E o meu corpo te guarde.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria
Ou se és a tristeza.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza!
Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram.
Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite se deram
E entre os braços da noite, de tanto se amarem, vivendo morreram.
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça
E o meu corpo te guarde.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria
Ou se és a tristeza.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza!
Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso se é pranto
É por ti que adormeço e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto
Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto!
Ary dos Santos, in 'As Palavras das Cantigas'
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca tardando-lhe o beijo morria.
Quando à boca da noite surgiste na tarde qual rosa tardia
Quando nós nos olhámos, tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos, unidos, ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia.
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça
E o meu corpo te guarde.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria
Ou se és a tristeza.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza!
Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram.
Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite se deram
E entre os braços da noite, de tanto se amarem, vivendo morreram.
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça
E o meu corpo te guarde.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria
Ou se és a tristeza.
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza!
Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso se é pranto
É por ti que adormeço e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto
Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto!
Ary dos Santos, in 'As Palavras das Cantigas'
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Ricos e pobres
"Oito homens são mais ricos como a metade mais pobre da população mundial", este é o título a que não se tem dado muita atenção mas que ajuda a explicar certos fenómenos sociais, como o terrorismo, o êxodo africano para a Europa e outros países menos falados por cá. O trecho seguinte é uma visão sobre este problema colocada por Thomas
Hylland Eriksen, cuja leitura do texto integral aconselho, vem na Etnográfica volume 20 (1) 2016:
"Contudo, as mudanças aceleradas estão por todo o lado. Somos
mais, e cada um de nós está, tendencialmente, com maior mobilidade e mais
ativo, e tem mais conexões com outros – está ligado a mais redes – do que
alguma vez aconteceu no passado. Épocas pretéritas foram, sem exceção, tempos
lentos para a maioria da humanidade. Neste sentido, vivemos, presentemente, num
planeta sobreaquecido.1 Na física, calor (aquecimento) é simplesmente sinónimo
de velocidade (aumento da velocidade). Traduzido para a linguagem das ciências
sociais, sobreaquecimento (aumento da velocidade) remete-nos para alteração
acelerada. Aliás, há já muito tempo estamos conscientes de que as alterações
provocadas pela modernidade têm consequências rápidas e inesperadas, muitas
vezes até paradoxais. E, como sabemos, quando os processos de mudança aceleram,
também os efeitos secundários não intencionais aceleram.
Respostas sobreaquecidas – reações locais às alterações
aceleradas – podem ser observadas em quase todo o mundo, mas em âmbitos
diferentes e expressas de modos também diferenciados, tantos quantas as
variações das circunstâncias locais, sejam elas materiais, sociais ou
culturais. Normalmente, as pessoas percebem que alguma mudança está a ocorrer a
grande velocidade algures. Contudo, elas podem pensar “ninguém pediu a minha
opinião”, acrescentando: “Quem devo eu culpar, em quem devo eu confiar, e que
posso eu fazer?” Numa situação de sobreaquecimento, esta é uma reação
paradigmática. Neste sentido, uma tarefa óbvia para os cientistas sociais
consiste em explorar como funcionam localmente os modos de atribuição de culpa,
o que, manifestamente, configura um tipo de investigação com implicações
políticas óbvias. Por exemplo, é muito diferente saber se as pessoas culpam /
confiam num “quem” ou num “o quê”, ou seja, numa pessoa ou numa estrutura ou
instituição. Também é muito diferente saber se elas podem culpar uma entidade
local ou doméstica – pessoa ou instituição –, ou se a culpa dos seus problemas
é exógena e distante. Nas terras altas da Serra Leoa, quando alterações
inesperadas acontecem – digamos, uma enorme plantação de biofuel aparece
subitamente do outro lado do rio –, as pessoas podem encolher os ombros e dizer
“é a globalização”. O trabalho das ciências sociais consiste em desmontar esta
expressão, descobrindo o que querem os locais dizer com “globalização”, e como
isso se relaciona quer com as suas mundivisões, tanto em termos literais como
figurativos, quer com as suas experiências e perspetivas de vida. Se, por exemplo,
a falta de água numa aldeia dos Andes pode ser atribuída a uma companhia
mineira vizinha, esta pode ser considerada responsável. Mas se a causa não pode
ser atribuída ao uso de recursos pela companhia mineira, mas antes às
alterações climáticas globais, é muito mais difícil para os locais saber o que
fazer. Eles podem mesmo começar a procurar um bode expiatório local. Uma
característica comum do sobreaquecimento é a falta de previsibilidade. Parece
não haver um guião para orientar a humanidade para a próxima etapa destes
tempos modernos. Não há uma narrativa hegemónica dizendo-nos para onde
caminhamos. Este é um século em que será pedido à humanidade, coletiva e
localmente, para reconstruir a nave em que seguimos, de forma a evitar a
destruição do mundo tal como o conhecemos. Neste enquadramento, o significante
mais premente é o das alterações climáticas, mas é necessário e urgente
compreendê-lo em contexto e na sua totalidade." in Sobreaquecimento: pequenos lugares e grandes questões na
antropologia do século XXI
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
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